Já fui melhor aqui.
Já tive mais tempo e mais saco.
Já falei com as pessoas que não falavam comigo por esperarem eu falar com elas.
Não mais. Agora eu tenho outras coisas a fazes. Preciso arranjar pessoas novas de outras fontes, essa secou.
Já fui melhor aqui.
Já tive mais tempo e mais saco.
Já falei com as pessoas que não falavam comigo por esperarem eu falar com elas.
Não mais. Agora eu tenho outras coisas a fazes. Preciso arranjar pessoas novas de outras fontes, essa secou.
De treze em 13,
a galinha enche o papo.
Mas e eu?
Let me get my filthy hands on your desert?
Ser da banda de abertura pro Dream Theather ou viajar para Paris por 6 meses? Estar na revista popular ou no conteúdo de enciclopédias? Nem um, nem outro.
No one is gonna save us now.
Aí eu vejo as conseqüências de não ter feito nada. Por que eu me sinto tão estagnado?
Só por que eu não conheço as pessoas certas e não sou capaz de fazer sozinho.
Nem sequer uma morte eu posso me causar.
Acabei o argumento do Nano-Doe.
Impossível publicar. Impossível.
Final feliz até certo ponto.
Paixão entre amigos não dá certo,
então,
não tente.
You can force it but it will not come.
É preciso dar um jeito, meu amigo.
O blog que não me pertence sempre vai ser melhor que o meu?
Vou explicar o que é o nome do blog.
Plets é uma marca de chiclete.
Chiclete serve para matar a fome ou o tédio.
Fome e tédio são coisas que eu tenho.
Então, chiclete para mim.
Mas… o nome é plécts! Então eu não sei.
Até quando será possível criar coisas novas? Qual será o ponto máximo em que a criatividade não encontrará mais caminhos a seguir?
O mais simples, para todos, é mesmo copiar. Nem é necessário entender. Apenas copiar. Pra isso que serve um desenhista copista, por exemplo. Pra isso que serve uma máquina copiadora, por exemplo. Pra isso que serve um Ctrl+C, por exemplo.
O mundo logo chegará ao cume da tecnologia. E aí? Caíremos ou ficaremos lá, olhando a vista?
Imediatamente após subirem a montanha, os amigos, cansados, se entreolharam e disseram: “Que vista bonita… vamos descer?”
Ao fim, vamos nos perder. Ao fim, só restará nostalgia. Ao fim, tudo terá sido feito, e só restará o expectativa pelo que nunca virá.
Aproveitemos, pois, enquanto há o que criar.